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Abaixo estão os nossos livros em ordem de lançamento, do mais recente ao mais antigo, incluindo as antologias e os livros do Selo Inspirium — Sobre Mulheres Inspiradoras.

Atenção: Dependemos dos Correios e de como as autoridades locais lidam com a quarentena voluntária e a circulação de pessoas e carga. Aqui no Rio de Janeiro, as proibições são muitas. Algumas agências estão fechadas, porém os Correios continuam entregando as remessas, assim sendo, os livros serão postados todas as quintas-feiras (ou algum outro dia), apenas uma vez por semana. A entrega a cargo dos Correios também demorará bem mais que o normal, em alguns casos há registro de demora de duas semanas. Contamos com a compreensão de vocês, contamos também com o apoio, pois temos muitas despesas na produção de cada livro.

Abaixo, nossos livros publicados, que tal conhecê-los? Clique nas imagens para mais detalhes de cada livro, botões de compra etc.

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Histórias de mulheres e seus feitos extraordinários, superando limites, que parecem intransponíveis.

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Título: Academia de heroínas da vida real
Autor: Várias mulheres incríveis
Organização: Camila Pelegrini
ISBN: 978-65-990650-7-1
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 176
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 05/08/2020
Tags: drama, luta, coragem, heroínas, mulheres, vida, homenagens

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Introdução:

No dia a dia, na vida real, mulheres realizam feitos extraordinários o tempo todo, superam limites que antes pareciam intransponíveis, revelam-se poderosas em aspectos que nem mesmo a ficção parece capaz de conceber.

De qual universo é essa academia de heroínas? O quê? É desse mesmo?

Consumimos histórias fantásticas o tempo todo. Adoramos vislumbrar todas as possibilidades que poderes garantem aos nossos personagens favoritos. Controlar o tempo, voar, ficar invisível, ter força sobre-humana… É altamente improvável que você não tenha imaginado ao menos uma vez quais desafios enfrentaria se estivesse em tais posições. Mas o fato é que no dia a dia, na vida real, mulheres realizam feitos extraordinários o tempo todo, superando limites que parecem intransponíveis, revelando-se poderosas em aspectos que nem mesmo a ficção parece capaz de conceber.

Os vilões das histórias são diversos: o machismo, a violência, a pobreza, a desigualdade, os preconceitos, as pressões, as imposições, as depreciações. As lutas são diárias, os resultados vêm de cada uma das batalhas que, tão comumente, se encontram nos detalhes. A guerra da vida real está nas entrelinhas, afinal. Nas histórias não contadas e nos inimigos não declarados, disfarçados de cotidiano, tradição e banalidades.

Porém, não nessa antologia.

Neste livro, temos manifestações de arte que são retratos de heroínas da vida real, cujos super poderes são tão extraordinários quanto a fibra e a resiliência que residem em estar vivo. Habilidades que qualquer uma de nós poderia carregar; desafios que todas nós poderíamos enfrentar.

A vida é academia nesses enredos. E as super-heroínas são elas. São vocês. Inspiradas e inspiradoras. Tal qual cada uma de nós.

 

Bárbara Lobo troca confidências com você, revezando-se nos papéis de mãe, filha, mulher etc.

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Título: Estrela
Autor: Bárbara Lobo
Assistente editorial: Camila Pelegrini
ISBN: 978-65-990650-6-4
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 224
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 07/07/2020
Tags: drama, poesia, poemas, mulher, mãe, lembranças, emoção.

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Introdução:

Estrela reúne textos dispostos em diferentes formas, em verso e prosa. Os escritos são frutos de pensamentos e sentimentos profundos ao longo do tempo, lembranças familiares, cantos, reflexões que vêm, vão e se revelam nos pequenos acontecimentos diários, de forma aleatória e acronológica, como pequenos despertares sobre o viver e o conviver.

Amores e dores, endurecimentos e ternuras, tristezas e alegrias, mágoas e perdões, conquistas e decepções, ferimentos e cicatrizes, desalentos e esperanças como partes inseparáveis daquilo que nos tornamos. Em vários momentos, autobiográfico, Estrela nos traz a lembrança de conversas reais ou imaginadas com nossas mães, avós, filhos e filhas, com o mundo e conosco.

Se o Universo é infinito, somos como estrelas, espalhados aos bilhões, aprisionados na busca pelo brilhar individual, a tal luz própria.

Uma história protagonizada por uma mulher inspiradora, com um quê de O Morro dos Ventos Uivantes.

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Título: Celeste dança sobre covas rasas
Autor: Thais Cima
Assistente editorial: Camila Pelegrini
ISBN: 978-65-990650-5-7
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 208
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 08/06/2020
Tags: drama, tragédia, mulheres, fantástico, mistério, suspense, casarão, lendas.

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Introdução:

Celeste Dança sobre Covas Rasas é uma história ambientada num passado não tão distante. Fala sobre a vida de uma moça solitária e triste, confinada num casarão construído em meio a uma terra considerada amaldiçoada e assombrada pelos moradores locais. Numa certa noite, Celeste conhece Vicente, alguém que consegue, enfim, alcançar seu coração hostil e empedrado. Com o passar da história, a protagonista começa a perceber-se valiosa e importante, passando a ter coragem o bastante para enfrentar o que antes a amedrontava.

O livro trata o romance e a morte de forma lúdica, metafórica e poética. Mas é no crescimento e amadurecimento emocional e espiritual de Celeste que existe a verdadeira magia da história. A protagonista percorre um caminho árduo de escolhas e incertezas no decorrer de sua trajetória, o que a faz evoluir drasticamente do começo até o final da narrativa.

Três décadas e meia é um livro fundamental, um grito, um registro feito em palavas fortes e coração aberto do que sofre uma mulher trans e negra.

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Título: Três décadas e meia
Autor: Daniela de Carvalho
Assistente editorial: Camila Pelegrini
ISBN: 978-65-990650-1-9
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 192
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 18/05/2020
Tags: mulher; trans; drama; relato; transfobia; poesia; crônicas; realidade

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Introdução:

Trinta anos é tempo demais para se esperar por um amor. É tempo bastante para se amadurecer. Mas será tempo suficiente para viver tudo o que se deseja? Tudo o que se tem direito? Será tempo suficiente quando seu próprio tempo não vale o tempo de uma vida inteira?

Através de frases, crônicas e poesias, a autora apresenta um relato íntimo e quase confessional, que é ao mesmo tempo a história de uma e de milhares de mulheres. Elas, que quando em frente ao espelho refletem uma verdade invertida, oposta ao que olhos conservadores querem enxergar.

A dureza das palavras não chega perto de alcançar a crueza da realidade. Ainda assim, carrega a sutileza que existe nas obviedades, abrindo espaço para uma reflexão indispensável.

Mulheres trans existem, são objetos de preconceito. Mulheres trans resistem, precisam de respeito, dignidade, afeto e, acima de tudo, precisam parar de morrer como se a própria vida não fosse um direito.

 

Heróis Involuntários é o relato de uma mulher que se arriscou ao enxergar o invisível. É a confissão de uma mulher que ousou agir movida por suas próprias convicções.

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Título: Heróis Involuntários
Autor: Camila Pelegrini
Assistente editorial: Camila Pelegrini
ISBN: 978-65-990650-0-2
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 160
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 31/03/2020
Tags: guerra; animais; heróis; bombardeiros; Londres; salvamento; resgate.

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Sobre Heróis Involuntários:

Poderia existir moralidade em se preocupar com vidas animais quando tantas humanas padeciam? Poderia existir sentido? Poderia existir um limite para a compaixão que se pode possuir?

A resposta talvez não seja óbvia, porque a pergunta tampouco é.

Uma jovem, solitária e amedrontada enfermeira. Um jovem, ferido e assustado pássaro. Um encontro que poderia carecer de significado, mas que acabou mudando vidas. A da ave. A de Madison. E a de tantos animais que cruzaram seu caminho a partir de então.

Este é o relato de uma mulher que se arriscou ao enxergar o invisível. É a confissão de uma mulher que ousou agir movida por suas próprias convicções. É a história de alguém que teve dúvidas, conquanto humana, mas que seguiu mesmo assim, pois é isso o que mulheres fazem.

O drama de alguém que não salvou “apenas” animais. O drama de alguém que salvou vidas.

Memórias de Marta é um clássico escrito por Júlia Lopes de Almeida no final do século XIX, um livro fundamental, um livro necessário.

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Título: Memórias de Marta
Autor: Júlia Lopes de Almeida
Assistente editorial: Camila Pelegrini
ISBN: 978-85-69423-18-8
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 144
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 04/03/2020
Tags: época, XIX, mulher, mãe, clássico,

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Introdução:

Memórias de Marta é o primeiro romance — alguns se referem à obra como ensaio de romance — de Júlia Lopes de Almeida, publicado em 1888, inicialmente em folhetim e posteriormente compilado em livro. Como o próprio título entrega, o livro, narrado em primeira pessoa, conta a história de Marta. A maior parte da trama desenvolve-se dentro de um cortiço, tendo como cenário principal a Capital do Império à época, o Rio de Janeiro.

Quando criança, a protagonista perde o pai, e, com isso, a mãe, também chamada Marta, é forçada a trabalhar como engomadeira, para sustentá-las. O dinheiro recebido com esse serviço é pouco e obriga ambas a viverem em um cortiço. Marta sente a aversão pelo lugar, que é úmido, fétido, perto de um matadouro. Ela almeja sair do cortiço, pelo asco, pela ojeriza e para fugir da humilhação da pobreza, e isso será possível a partir do momento em que entra para a escola e conhece a sua professora, D. Aninha.

O relato, que relembra sua sofrida trajetória e a busca por melhores condições de vida para ela e para sua mãe, é mais que uma procura por felicidade, carinho, realização de sonhos improváveis e aceitação de uma existência, às vezes tediosa, sem amor, riqueza ou luxo; é também a valorização da sua posição de independência e da capacidade feminina de superar desafios.

Aquela noite no Monte Calvoé uma delirante antologia de contos em um festim de bruxas e outros seres maléficos, uma noite recheada de danças macabras, gargalhadas etc.

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Título: Aquela noite no Monte Calvo
Autor: Diversos
Organização: A.T. Sergio e Robson Pedroso
ISBN: 978-85-69423-17-1
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 176
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 27/02/2020
Tags: horror, terror, bruxas, danças, demônios, festas, monte.

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Introdução:

Na véspera de São João, bruxas e outros seres das trevas dançam enlouquecidamente, festejam, iniciam um cortejo, visitam os vilarejos e escalam o Monte Calvo para celebrar a coroação do soberano do mal. De fato, essa verdadeira reunião de espíritos maléficos é, na música, influenciada pelo carácter das danças tradicionais russas, com ritmos marcados e obstinados, em uma alusão aos rituais e danças da missa negra.

Aquela noite no Monte Calvo é uma antologia de contos de terror/horror e celebração inspirada no poema sinfônico Uma Noite no Monte Calvo — a representação de um ritual de bruxas em vésperas do dia de São João —, que segundo a descrição de Mussórgski, escrita em uma carta, representaria uma sequência de acontecimentos iniciada pela reunião e conversa das bruxas, terminada pela celebração da missa negra…

Os autores selecionados buscaram inspiração no enredo proposto pela magistral compositor russo, libertaram suas bruxas e outros seres maléficos, fizeram a festa. Ao menos até o sol raiar, a festa das bruxas está liberada, elas, espíritos malignos, almas condenadas, fantasmas e tanto mais podem dançar libidinosamente madrugada adentro, dançar enquanto escalam o Monte Calvo, visitar nossos pesadelos e tanto mais.

Salvo da morte no sertão um pistoleiro viverá uma história com cangaceiros, espadas, batalhas etc.

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Título: Harmônica
Autor: Flavio P. Oliveira
ISBN: 978-85-69423-16-4
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 176
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 04/02/2020
Tags: sertão, cangaceiros, lutas, batalhas, espadas, oriente, amor, deserto

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Introdução:

Um pistoleiro deixado a morrer no sertão é salvo por três mascarados em armaduras. A partir deste momento, uma reviravolta, uma vontade de agradecer, não à girafa, a qual pendurou o cantil no umbuzeiro que boi comeu pela metade, mas sim aos guerreiros.

Esse pistoleiro — nunca quis ser cangaceiro, jagunço ou capataz — achará um povoado perdido no meio do deserto, onde o sertão se alarga, o sertão é em tudo, e lá chegará, conduzido à força, como opção de morte, e lá ficará, caído em amor repentino por uma moça, Sândia, de areia, de graça e coragem, de fibra. Gaiteiro, o protagonista, será a mudança, além disso, em tudo um dito se esparrama: o surreal se esconde no princípio e no fim, mas se mostra inequívoco no meio do caminho.

O mundo é um gira-gira acelerado, esse pistoleiro encontrará casas de telhados diferentes, um Templo incomum, homens em vestidos, homens com máscaras usando espadas em combate, canções bonitas, muita pobreza e trabalho árduo. Assim é o sertão, por volta de 1930, em um povoado criado por um valente e um amigo de olhos-puxados. Um povoado onde os moradores uniram a civilização da caatinga à cultura oriental.

Partes de mim é basicamente a dissecação de um poeta. Nos poemas deste livro A.T. Sergio se expõe e mostra seu coração, suas vísceras, tudo de si.

 

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Título: Partes de Mim
Autor: A. T. Sergio
ISBN: 978-85-69423-15-7
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 144
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 26/11/2019
Tags: poesia, poemas, dissecação, coração, risos, lágrimas.

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Introdução:

Partes de Mim é uma coletânea de poesias demonstrando a trajetória de vida do poeta pernambucano A. T. Sergio. Uma experiência sem par, que proporciona um verdadeiro mergulho na alma poética de um homem que divide seus dias com a necessidade de escrever e as exigências práticas da sociedade.

Esta obra é alma aberta, livre, de uma pessoa que luta por se manter à margem da racionalidade, exibindo seus sentimentos sem medos ou restrições. Um mergulho profundo que trará risos e lágrimas, fazendo aflorar intensas e marcantes sensações.

Refugiado é toda a pessoa que, em razão de fundados temores de perseguição devido à sua raça, religião, nacionalidade, associação a determinado grupo social ou opinião política, encontra-se fora de seu país de origem e que, por causa dos ditos temores, não pode ou não quer regressar ao mesmo, ou devido a grave e generalizada violação de direitos humanos, é obrigado a deixar seu país de nacionalidade para buscar refúgio em outros países. (descrição retirada do Wikipedia).

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Título: Refugiados (o mundo não pertence a todos)
Autor: Diversos
Organização: Camila Pelegrini
ISBN: 978-85-69423-14-0
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 144
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 31/10/2019
Tags: refugiados, drama, tragédia, humanidade, migração.-

Introdução:

Refugiados (o mundo não pertence a todos) não é apenas mais um livro, e sim um grito em pleno pulmões, um abraço apertado, um modo de mostrar um mundo de todo mundo. Refugiados (o mundo não pertence a todos) é um passo a mais, minúsculo posto que importante. É nossa iniciativa, nosso alerta.

Refugiados (o mundo não pertence a todos) traz sete his­tórias fictícias inspiradas no drama dos refugiados, três poemas, um texto sobre os rohingyas, um povo vítima de mais uma limpeza étnica, além de imagens, drama, emoção, alerta etc.

 

Imagine um Reino onde a maioria dos homens, gananciosos, detesta conviver com seres mágicos, e uma rainha amiga da fantasia chega ao trono. Consegue imaginar? Agora pense nas histórias incríveis a serem contadas.

Pense no tanto de criaturas fantásticas — alguns exclusivamente encontrados em Irreälittat, como caliantropos, niros, dausgreenies, muutaas, pinquilampos etc. —, de heroísmo e de luta distribuídos em contos ousados e encantados. Imagine os cenários… Feche os olhos. Imagine… histórias fantásticas em um livro lindamente confeccionado.

Um Reino à beira da Irrealidade, contos de fantasia em um reino mágico, pré-industrial e barroco, com organização de Raíssa Arenhardt e Carol Oliveira, ilustrações de Thais Cima, Warwick Goble e John Bauer, traz tudo isso e muito mais.

Por R$34,00 (use o botão direto para o PagSeguro abaixo)

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Título: Um Reino à beira da Irrealidade
Autor: Diversos
Organização: Raíssa Arenhardt e Carol Oliveira
ISBN: 978-85-69423-12-6
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 208
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 31/08/2019
Tags: fantasia, magia, seres fantásticos, rainha, aventura, destreza.-

Introdução:

Séculos atrás humanos descobriram um lugar mágico, estabeleceram uma sociedade e fundaram uma (obsessiva e destrutiva) monarquia própria. Mas Irrëalittat, um reino no meio de um mundo fantasioso, colorido e repleto de brilho e encantadas florestas, viu chegar ao trono uma rainha — Carolyn Arënhart — querida e amada pelos seres fantásticos, odiada pela humanidade local.

Afastados por óbvios motivos, ou disfarçados na multidão de súditos, ou transmutados, ou apenas invisíveis aos olhos humanos, centenas de seres fabulosos — fantásticos e para muitos inexistentes — assistiram à coroação de sua preferida pessoa.

Carolyn Arënhart recebeu a coroa, caminhou até a beirada do palco e fez o seu primeiro agradecimento em nome de uma improvável união. A partir daquele dia, histórias incríveis começaram.

Um reino à beira da irrealidade traz — conflitos, intrigas, enfrentamentos, combates, amores, luzes, descrença e pelo menos um conquistador querendo destruir os seres fantásticos e a rainha favorita deles — estes nove contos: A árvore da vida, Lágrimas de diamante, A Menina dos olhos níveos, Yicht na floresta das calêndulas, Rebeldes ao leste, O pergaminho de Verena, A escolha em três dias, A ordem dos guerreiros pacíficos e O último Fauno guardião.

Imagine o que é sentir medo e pavor sofrendo com o frio intenso. É de conhecimento geral que situações de frio extremo trazem consigo calafrios, confusão mental, comportamento semelhante a uma intoxicação, le­targia, desorientação, alucinações, depressão etc. O frio extremo dificulta a capacidade de pensamento, minimiza a resistência física, perturba os sentidos, faz tudo parecer pior.

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Título: Sangue Abaixo de Zero
Autor: Diversos
Organização: Carol Oliveira e Raíssa Arenhardt
ISBN: 978-85-69423-12-6
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 224
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 05/05/2019
Tags: terror, horror, frio, neve, congelamento, fobia, medo, sangue.
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Introdução:

Abaixo de zero graus Celsius, sangue por todos os lados, horror, terror e humanos aterrorizados. Abaixo de zero, lá fora, apavorados em todos os cantos, aquela sensação de esfriamento provocada pelas baixas temperaturas recebe a inoportuna adição de calafrios, tudo por causa de risadas ao longe, galhos se partindo, vento, a neve açoita o corpo. Em situações extremas, os capilares chegam a congelar – microcristais de gelo podem formar-se em seu interior –, calafrios, euforia, confusão mental e um comportamento semelhante a uma intoxicação, e, à medida que a temperatura central continua a cair, letargia, astenia muscular, desorientação, alucinações, depressão, comportamento combativo, sussurros, gritos, vermelho vinho etc. Se a temperatura central cair abaixo de 31,1ºC, o paciente se tornará progressivamente mais delirante, descoordenado e eventualmente comatoso sem o tratamento necessário. Mas pouco importa a temperatura lá fora, se dentro de casa habita um horror, fugir é vital, fugir é única opção.

Criaturas inanimadas estão entre as mais apavorantes protagonistas do Terror. Bonecos, espantalhos, gárgulas, marionetes, fantoches, estátuas e tanto mais não são apenas matéria inorgânica sem expectativas, não são apenas enfeites, decoração e companhia silenciosa e/ou obediente. No universo recluso entre a noite e a alvorada, elas surgem, inesperadas, e almejam o que falta a todas: vida!

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Título: Quando Eles Despertam
Autor: Diversos
Organização: Rodrigo Ortiz Vinholo
ISBN: 978-85-69423-11-9
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 240
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 18/02/2019
Tags: terror, horror, bonecas, espantalho, fobia, medo, gárgulas, estátuas, sangue.
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Introdução:

O ser humano é aficionado pela vida e tudo que é feito à sua semelhança.

Criamos inúmeras representações de vida e as tratamos com diferentes níveis de humanidade. No entanto, sempre há um medo particular, um sofrimento, quando a representação foge de nosso controle, quando os limites de nossa humanidade e aqueles dos objetos se tornam difusos.

Nesse ponto, mora um terror inexplicável naquela suspeita de que nosso poder de criação seja estranho a nós mesmos e crie existências maiores que as nossas, ou distantes o suficiente de nossa normalidade para que nós, por comparação, sintamo-nos violados.

O medo de uma boneca, uma estátua, um espantalho, um animal de pelúcia ou seja o que for que se pareça vivo e humanizado, mesmo em toda sua artificialidade, é intenso não só por desígnios assassinos, pela insegurança em nossos lares ou por qualquer ameaça física, mas por colocar em cheque tudo em que se resume nossas existências.

Bem-vindos a Quando Eles Despertam. O terror nem sempre está do lado de fora.

Proteja-me! — antologia de contos que retratam ações em prol do meio ambiente e da vida — chegou! Lembre-se: 10% do preço de venda de cada exemplar vendido será doado para organizações não-governamentais que protegem a vida e a natureza.

O livro Proteja-me! é nossa modesta iniciativa para ajudar a salvar o nosso planeta! Ajude também, faça a sua parte, compre um exemplar, presenteie alguém. A Natureza precisa! O nosso planeta pede socorro! Diga não aos retrocessos!

Por R$34,00 (use o botão direto para o PagSeguro abaixo)


Título: Proteja-me!
Autor: Diversos
Organização: Camila Pelegrini
ISBN: 978-85-69423-10-2
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 192
Papel do Miolo: Reciclato® 90
Lançamento: 18/12/2018
Tags: ecologia, meio ambiente, drama, sustentabilidade, animais, ecossistema
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Introdução:

A promessa de igualdade talvez seja tão antiga quanto a própria existência humana. A busca por identificação, compatibilidade e pertenci­mento remontam a tempos que fogem das folhas do calen­dário. Por desejo ou necessidade, muito se procura vincular. De alguma forma, porém, em absoluta contradição, o que comumente se destaca e aponta são as diferenças que desagregam, desunem, isolam.

Acentuam-se os abismos, minimizam-se as pontes.

E mais irônico ainda, despreza-se a única simetria com­pletamente inquestionável entre qualquer ser vivo: a de que todos temos nossas raízes no mesmo chão. A verdade é que (…) somos nada mais do que pequenos vaga-lumes em um céu de estrelas , heróis da nossa própria história e, ainda assim, vilões do nosso próprio lar.

Proteja-me é uma antologia em busca de heróis, valori­zando aqueles que enfrentam os hercúleos desafios de lutar contra forças desumanas para protegerem a natureza! e/ou a vida!

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Um bom livro de poemas deve reunir um apanhado de tudo ao redor, de tudo longe, de tudo interiorizado e muita sensibilidade. Trazer rimas aqui e acolá faz parte da encenação, porém o mais importante é levar ao leitor algum tipo de fortíssima  emoção.

Por R$24,00 [com frete incluso]

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Título: Amore(a)s, melancias, passarinhos etc.
Autor: Flavio P. Oliveira
ISBN: 978-85-69423-09-6
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 88
Papel do Miolo: Pólen Bold 90 g/m²
Lançamento: 20/12/2018
Tags: poesia, poemas, sensibilidade, amores, alegria, meninos, meninas, brincadeiras

 

Introdução

E não suporta quando os seus poemas mais sérios caem molhados de pieguice, pois necessita torcê-los, até tirar o caldo do exagero. Alô! torcida do Flamengo, aquele abraço. Alô! Seu Gilberto, aquele abraço.

Adultos são gigantes fabricados com as sobras das sombras, e um certo adulto descobriu, quase sem querer, que poeta poderia ser. Pegou lápis e papel e suspirou de amores por… ela… Às vezes, ele é igual a um zumbi, no País das Maravilhas, com medo de coelhos; às vezes, é menino e sabe que vem sol e calor, quando a cigarra faz algazarra; às vezes, acorda com frio, o nariz gelado, espirrando horrores, e veste-se de alergia, e chora… Mestre José, receba Gabo com vivas…

E o que esse poeta quer? Ah! as coisas simples, o be-a-bá, sorrisos, milhares de brinquedos feitos de palavras, a maravilhosa intensidade da correspondida compaixão, a graça de uma alvorada, a placidez do entardecer, amores, amoras, ouvir e ver passarinhos, melancias etc.

 

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O universo é bizarro — um adjetivo complexo, lotado de significados, em ple­na evolução e que significa elegante, ge­neroso, nobre, valente, brioso, insólito, excêntrico, esquisito etc. Os três contos deste livro têm como princípio básico o bizarro e são recheados de extravagân­cias e psicodelismo; além disso, as histó­rias se passam em lugares, imaginários ou não, onde o horror e/ou o terror estão camuflados e à espreita. Aprecie sem moderação.

Por R$24,00 (use o botão direto para o PagSeguro abaixo)

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Título: Bizarrices jamais são esquecidas
Autor: Flavio P. Oliveira
ISBN: 978-85-69423-07-2
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 80
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 02/08/2018
Tags: terror, horror, bizarro, loucura, contos, vítimas
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Introdução:

A língua é viva, neologismos surgem como formigas atacando doces deixados na pia, e bizarro (do espanhol bizarro, do italiano bizzarro) passou por transformações. Bizarro vem sendo atualmente mais usado com um significado novo, por culpa do irmão inglês bizarre. Esse adjetivo é pouco usado hoje em dia para designar aquele que se destaca pela postura, distinção, elegância; aquele que revela bondade, generosidade; aquele que demonstra arrogância, fanfarronice; e muito usado adjetivando aquele ou aquilo que denota excentricidade, invulgaridade. De qualquer maneira, neste livro, o bizarro se espalha misturado com sensações fortes e umas pinceladas de terror.

Abre o livro a história de uma jovem buscando descanso e refúgio, mas surge uma menina com uma bolsa, nessa bolsa, os órgãos da menina, além de uma raposa azul, um cemitério, abelhas etc.

A segunda história remete a algo inspirado em H. G. Wells, com homens-porcos, crianças numa selva e uma escrava tentando fugir dos seus perseguidores. A terceira é mais antiga, talvez anterior ao Renascimento, e uma cabeça bovina atazana um velho, de repente surgirá o horror cinza. Além dos três contos, também três poemas bem estranhos, portanto, deixe de lado um tanto de lucidez.

 

: Leia o começo do livro em PDF.

Esqueça os contos de fadas, elas, donas de uma natureza sombria, seduziam os ho­mens para as profundezas. Criaturas híbri­das, as sereias possuem diversas representações ao redor do mundo. Na mitologia grega, viviam em rochedos, e seu canto atraía os tripulantes dos navios até colidirem com as rochas. No folclore brasileiro, a bela Iara por vezes as­sumia a forma humana, em busca da próxima vítima. As nipônicas, com seus chifres e sua aparência demoníaca, possuíam um canto mortal. Uma coisa é certa: encontrar uma sereia nunca foi um bom sinal.

Sereias: Encantos & Perigos traz histórias em que as sereias são personagens ou fonte de inspiração, além de algo dark fantasy, fantástico, terror ou horror, em suma contos sombrios.

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Título: Sereias: Encantos & Perigos
Autor: Diversos
Organização: Graciele Ruiz
ISBN: 978-85-69423-08-9
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 272
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 16/07/2018
Tags: sereias, sereismo, terror, medo, sangue, vingança
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Introdução:

Em uma pacata cidade no interior do Brasil, em uma aldeia africana, em qualquer ilha no Pacítifo ou mesmo na Alemanha nazista nos tempos de guerra, atravessando oceanos, gerações e épocas, o livro reúne treze contos sombrios — não espere a fofurice típica dos desenhos animados infantis — sobre sereias, cada um abordando e explorando um aspecto diferente a respeito desse ser místico e encantador.

É um fato que, quando uma sereia o faz de alvo, não há como fugir. Uma predadora que esconde suas artimanhas atrás da beleza, que hipnotiza com seu canto, que lhe ilude ou utiliza a força para conseguir o que quer: sangue e vingança.

Ao encontrar uma sereia esteja preparado para se surpreender e também para o pior.

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Visite a nossa página dos autores para saber mais sobre os participantes desta antologia sombria — um orgulho! — : http://deliriumeditora.com.br/autores.

Há quem culpe o destino, azar e outros. O fato é simples: durante a vida você conhecerá centenas de pessoas, a esmagadora maioria vem e passa, alguns viram pedacinhos alegres da memória, um pouquinho de nada vira uma lembrança apaixonada, uma saudade, uma dor de querer perto novamente. Se o destino tem culpa, se o cupido erra mais do que acerta, controvérsias, aqui e acolá, casais do passado se reencontram anos ou até mesmo décadas depois.

Delirium Encontros & Reencontros traz 11 (onze) histórias de reencontros em um futuro, traz romance, drama, sorrisos, declarações, corações enamorados etc. E traz (obviamente) um reencontro. Quem não gostaria de reencontrar alguém marcante do passado?

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Título: Encontros & Reencontros
Autor: Diversos
Organização: Camila Pelegrini
ISBN: 978-85-69423-06-5
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 274
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 15/05/2018
Tags: reencontros, saudade, amores, família
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Introdução:

Há quem acredite que reencontros significam abraçar o passado.

As histórias desta antologia de contos revelam, porém, que também são chances oferecidas ao futuro. São convites já enviados de memórias, receios e amores. São ofertas cheias de dores pelos vazios um dia deixados e de incertezas quanto a serem novamente preenchidos.

São como os movimentos de um relógio que desafiam as leis que deveriam seguir. É o encontro de dois ponteiros que avançam em direções opostas. É o medo e a vontade de colidirem em uma explosão de dúvidas e expectativas, pois o que pode resultar dependerá das lembranças que a experiência guarda.

E somente o coração poderá dizer se reencontros são uma chance de dizer adeus ao que já passou, ou se — quem sabe? — será um incerto e novo sussurro de quem diz: “Seja bem-vindo, há tanto tempo te espero...” (Camila Pelegrini).

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Visite a nossa página dos autores para saber mais sobre os participantes desta linda antologia — um orgulho! — : http://deliriumeditora.com.br/autores.

Um livro (½ doido ½ infantil) inspirado em: O Pequeno Príncipe, Alice no País das Maravilhas etc.

Uma vez, uma princesinha vestida a rigor — em roupa um tanto quanto masculina, parecia uma guerreira —, vinda de um pequenino planeta, chegou bem na hora do chá. Tantas conversas, tanto aprendizado, a meiguice da menina e a vontade de saber tudo e mais um pouquinho encantaram até a Lebre de Março, a qual continua a dizer umas frases meio loucas. O Leirão dorme muito. Gambás jogando um esporte inspirado no beisebol, o Professor Enciclopédimo — sábio guardião da biblioteca pública —, um gato sorridente e um sorriso sem gato, o homem do coração 100% mau, o louva-a-deus compositor de óperas, a serpente tatuada que brilha no escuro, aventuras, o Tempo dando o perdão, muitas conversas, altos bate-papos, os temas indo desde a solidez dos sentimentos — a ganância é bem pesada, já o amor é levíssimo e precisa ser bem guardado, senão o vento leva embora — até a dificuldade em ser uma porta etc. Há também uma raposa e uma despedida. Adivinhe quem conta essa história? — Um mero chapeleiro meio doidinho.

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Título: Uma Princesinha no País das Maravilhas
Autor: Flavio P. Oliveira
ISBN: 978-85-69423-05-8
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 128
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 06/06/2017
Tags: contos de fadas, príncipe, chapeleiro
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Introdução:
Pergunte-se: e se uma nova Alice viesse de um minúsculo planeta?

Narrado pelo Chapeleiro Maluquinho, este livro conta a história da visita de uma Alice fortemente inspirada no pequeno príncipe de Antoine de Saint-Exupéry. Algumas passagens — bem como frases, ensinamentos, ideias, sugestões, personagens etc. — da história se inspiram em algumas das aventuras do menino, contadas no livro O Pequeno Príncipe, outras se inspiram em parte das aventuras da Alice de Lewis Carroll, contadas em Alice no País das Maravilhas. Algumas situações vieram da mais pura e simples inspiração nascida desses dois clássicos da literatura universal, de outras histórias e da vida. Certas referências estão explícitas, outras camufladas. Prepare-se para sorrir e se emocionar com a meiguice da princesinha, com as tiradas genialmente loucas da Lebre de Março e do Leirão e com muito mais.
 
(Ah! O livro é lindamente ilustrado)
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"Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé." Antoine de Saint-Exupéry.

As Ilustrações

As ilustrações são feitas pelo próprio autor, o qual também é artista plástico. Abaixo colocamos algumas para deixar um gostinho de quero mais em vocês.
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Talvez nunca mais um país, partidos políticos, eleições etc. Dois vírus criaram uma nova idade histórica, o primeiro consumiu as reservas de petróleo, o segundo deixou à beira da extinção a humanidade — gigantescas ratazanas devoram os corpos largados nas ruas. No setor 7, na famosíssima Copacabana, Miguel — ex-ráquer, atualmente colecionador e catalogador de objetos artísticos, um apaixonado por rock ‘n’ roll — envelhece (aceitando a sorte de ser um doador universal) sem ter muito o que fazer, além de caminhar na praia em companhia das porcas da senhora Borrêia e conversar com os pivetes na carcaça. Tudo isso mudará um dia, por culpa da inveja alheia, por culpa de uma nova vontade de ser melhor, algo não permitido pelo autoritário governo.

Por R$23,00 (frete incluso)

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Título: Talvez Nunca Mais um País
Autor: Flavio P. Oliveira
ISBN: 978-85-69423-00-3
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara e Salette D'Acri
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 240
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 08/08/2015
Tags: distopia, ficção científica, vírus
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Introdução:

No futuro, os sonhos estão velhos e talvez nunca mais um país, ou partidos políticos, eleições, discursos em praça pública, patriotismo etc. Entre lembranças e a vida em um mundo sem democracia, Miguel contará um pouco do muito a contar.

Da turma do colégio, os sete amigos: Zarolha, Tangerina, Espinhela Caída, Dumbo, Zé Ruela, Medo e… um homem envelhecido (o narrador) — ex-ráquer, atualmente colecionador e catalogador de objetos artísticos, apaixonado por rock 'n' roll e cervejas contrabandeadas dos setores ingovernáveis — envelhece perdendo espírito de luta e vontade de ser algo mais, no marasmo à beira do mar, na famosíssima praia de Copacabana (o sete), onde, diga-se de passagem, moram mais robôs e androides do que cidadãos.

Lembranças dos avós, da época da escola, das amantes, e há uma Mariana, a qual queria levar para casa um mini-hipo… As ratazanas, gigantescas, devoram os corpos largados nas ruas… Dois vírus criaram a nova idade histórica, o primeiro consumiu as reservas de petróleo — há inúmeros cemitérios de ferro no mundo e prolongadores de vida —, o segundo deixou à beira da extinção a humanidade.

No setor 7, antiga Copacabana, este senhor sofre a falta de ideais e vontades, posto que rejuvenescido artificialmente, e tem saudade da esposa, avós, amigos… Ele, cercado por cercas limitadoras que bloqueiam a entrada de indesejados, não tem muito mais o que fazer, além de invadir apartamentos abandonados atrás de relíquias, caminhar na areia com as porcas da senhora Borrêia e conversar com os pivetes na carcaça. Tudo isso mudará um dia, por culpa da inveja alheia, por culpa de uma nova vontade de ser melhor, algo indesejável pelo governo autoritário.

: Leia o começo do livro em PDF.