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Imagine o que é sentir medo e pavor sofrendo com o frio intenso. É de conhecimento geral que situações de frio extremo trazem consigo calafrios, confusão mental, comportamento semelhante a uma intoxicação, le­targia, desorientação, alucinações, depressão etc. O frio extremo dificulta a capacidade de pensamento, minimiza a resistência física, perturba os sentidos, faz tudo parecer pior.

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Título: Sangue Abaixo de Zero
Autor: Diversos
Organização: Carol Oliveira e Raíssa Arenhardt
ISBN: 978-85-69423-12-6
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 224
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 05/05/2019
Tags: terror, horror, frio, neve, congelamento, fobia, medo, sangue.
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Introdução:

Abaixo de zero graus Celsius, sangue por todos os lados, horror, terror e humanos aterrorizados. Abaixo de zero, lá fora, apavorados em todos os cantos, aquela sensação de esfriamento provocada pelas baixas temperaturas recebe a inoportuna adição de calafrios, tudo por causa de risadas ao longe, galhos se partindo, vento, a neve açoita o corpo. Em situações extremas, os capilares chegam a congelar – microcristais de gelo podem formar-se em seu interior –, calafrios, euforia, confusão mental e um comportamento semelhante a uma intoxicação, e, à medida que a temperatura central continua a cair, letargia, astenia muscular, desorientação, alucinações, depressão, comportamento combativo, sussurros, gritos, vermelho vinho etc. Se a temperatura central cair abaixo de 31,1ºC, o paciente se tornará progressivamente mais delirante, descoordenado e eventualmente comatoso sem o tratamento necessário. Mas pouco importa a temperatura lá fora, se dentro de casa habita um horror, fugir é vital, fugir é única opção.

Criaturas inanimadas estão entre as mais apavorantes protagonistas do Terror. Bonecos, espantalhos, gárgulas, marionetes, fantoches, estátuas e tanto mais não são apenas matéria inorgânica sem expectativas, não são apenas enfeites, decoração e companhia silenciosa e/ou obediente. No universo recluso entre a noite e a alvorada, elas surgem, inesperadas, e almejam o que falta a todas: vida!

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Título: Quando Eles Despertam
Autor: Diversos
Organização: Rodrigo Ortiz Vinholo
ISBN: 978-85-69423-11-9
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 240
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 18/02/2019
Tags: terror, horror, bonecas, espantalho, fobia, medo, gárgulas, estátuas, sangue.
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Introdução:

O ser humano é aficionado pela vida e tudo que é feito à sua semelhança.

Criamos inúmeras representações de vida e as tratamos com diferentes níveis de humanidade. No entanto, sempre há um medo particular, um sofrimento, quando a representação foge de nosso controle, quando os limites de nossa humanidade e aqueles dos objetos se tornam difusos.

Nesse ponto, mora um terror inexplicável naquela suspeita de que nosso poder de criação seja estranho a nós mesmos e crie existências maiores que as nossas, ou distantes o suficiente de nossa normalidade para que nós, por comparação, sintamo-nos violados.

O medo de uma boneca, uma estátua, um espantalho, um animal de pelúcia ou seja o que for que se pareça vivo e humanizado, mesmo em toda sua artificialidade, é intenso não só por desígnios assassinos, pela insegurança em nossos lares ou por qualquer ameaça física, mas por colocar em cheque tudo em que se resume nossas existências.

Bem-vindos a Quando Eles Despertam. O terror nem sempre está do lado de fora.

Proteja-me! — antologia de contos que retratam ações em prol do meio ambiente e da vida — chegou! Lembre-se: 10% do preço de venda de cada exemplar vendido será doado para organizações não-governamentais que protegem a vida e a natureza.

O livro Proteja-me! é nossa modesta iniciativa para ajudar a salvar o nosso planeta! Ajude também, faça a sua parte, compre um exemplar, presenteie alguém. A Natureza precisa! O nosso planeta pede socorro! Diga não aos retrocessos!

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Título: Proteja-me!
Autor: Diversos
Organização: Camila Pelegrini
ISBN: 978-85-69423-10-2
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 192
Papel do Miolo: Reciclato® 90
Lançamento: 18/12/2018
Tags: ecologia, meio ambiente, drama, sustentabilidade, animais, ecossistema
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Introdução:

A promessa de igualdade talvez seja tão antiga quanto a própria existência humana. A busca por identificação, compatibilidade e pertenci­mento remontam a tempos que fogem das folhas do calen­dário. Por desejo ou necessidade, muito se procura vincular. De alguma forma, porém, em absoluta contradição, o que comumente se destaca e aponta são as diferenças que desagregam, desunem, isolam.

Acentuam-se os abismos, minimizam-se as pontes.

E mais irônico ainda, despreza-se a única simetria com­pletamente inquestionável entre qualquer ser vivo: a de que todos temos nossas raízes no mesmo chão. A verdade é que (…) somos nada mais do que pequenos vaga-lumes em um céu de estrelas , heróis da nossa própria história e, ainda assim, vilões do nosso próprio lar.

Proteja-me é uma antologia em busca de heróis, valori­zando aqueles que enfrentam os hercúleos desafios de lutar contra forças desumanas para protegerem a natureza! e/ou a vida!

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Um bom livro de poemas deve reunir um apanhado de tudo ao redor, de tudo longe, de tudo interiorizado e muita sensibilidade. Trazer rimas aqui e acolá faz parte da encenação, porém o mais importante é levar ao leitor algum tipo de fortíssima  emoção.

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Título: Amore(a)s, melancias, passarinhos etc.
Autor: Flavio P. Oliveira
ISBN: 978-85-69423-09-6
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 88
Papel do Miolo: Pólen Bold 90 g/m²
Lançamento: 20/12/2018
Tags: poesia, poemas, sensibilidade, amores, alegria, meninos, meninas, brincadeiras

 

Introdução

E não suporta quando os seus poemas mais sérios caem molhados de pieguice, pois necessita torcê-los, até tirar o caldo do exagero. Alô! torcida do Flamengo, aquele abraço. Alô! Seu Gilberto, aquele abraço.

Adultos são gigantes fabricados com as sobras das sombras, e um certo adulto descobriu, quase sem querer, que poeta poderia ser. Pegou lápis e papel e suspirou de amores por… ela… Às vezes, ele é igual a um zumbi, no País das Maravilhas, com medo de coelhos; às vezes, é menino e sabe que vem sol e calor, quando a cigarra faz algazarra; às vezes, acorda com frio, o nariz gelado, espirrando horrores, e veste-se de alergia, e chora… Mestre José, receba Gabo com vivas…

E o que esse poeta quer? Ah! as coisas simples, o be-a-bá, sorrisos, milhares de brinquedos feitos de palavras, a maravilhosa intensidade da correspondida compaixão, a graça de uma alvorada, a placidez do entardecer, amores, amoras, ouvir e ver passarinhos, melancias etc.

 

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O universo é bizarro — um adjetivo complexo, lotado de significados, em ple­na evolução e que significa elegante, ge­neroso, nobre, valente, brioso, insólito, excêntrico, esquisito etc. Os três contos deste livro têm como princípio básico o bizarro e são recheados de extravagân­cias e psicodelismo; além disso, as histó­rias se passam em lugares, imaginários ou não, onde o horror e/ou o terror estão camuflados e à espreita. Aprecie sem moderação.

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Título: Bizarrices jamais são esquecidas
Autor: Flavio P. Oliveira
ISBN: 978-85-69423-07-2
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 80
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 02/08/2018
Tags: terror, horror, bizarro, loucura, contos, vítimas
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Introdução:

A língua é viva, neologismos surgem como formigas atacando doces deixados na pia, e bizarro (do espanhol bizarro, do italiano bizzarro) passou por transformações. Bizarro vem sendo atualmente mais usado com um significado novo, por culpa do irmão inglês bizarre. Esse adjetivo é pouco usado hoje em dia para designar aquele que se destaca pela postura, distinção, elegância; aquele que revela bondade, generosidade; aquele que demonstra arrogância, fanfarronice; e muito usado adjetivando aquele ou aquilo que denota excentricidade, invulgaridade. De qualquer maneira, neste livro, o bizarro se espalha misturado com sensações fortes e umas pinceladas de terror.

Abre o livro a história de uma jovem buscando descanso e refúgio, mas surge uma menina com uma bolsa, nessa bolsa, os órgãos da menina, além de uma raposa azul, um cemitério, abelhas etc.

A segunda história remete a algo inspirado em H. G. Wells, com homens-porcos, crianças numa selva e uma escrava tentando fugir dos seus perseguidores. A terceira é mais antiga, talvez anterior ao Renascimento, e uma cabeça bovina atazana um velho, de repente surgirá o horror cinza. Além dos três contos, também três poemas bem estranhos, portanto, deixe de lado um tanto de lucidez.

 

: Leia o começo do livro em PDF.

Esqueça os contos de fadas, elas, donas de uma natureza sombria, seduziam os ho­mens para as profundezas. Criaturas híbri­das, as sereias possuem diversas representações ao redor do mundo. Na mitologia grega, viviam em rochedos, e seu canto atraía os tripulantes dos navios até colidirem com as rochas. No folclore brasileiro, a bela Iara por vezes as­sumia a forma humana, em busca da próxima vítima. As nipônicas, com seus chifres e sua aparência demoníaca, possuíam um canto mortal. Uma coisa é certa: encontrar uma sereia nunca foi um bom sinal.

Sereias: Encantos & Perigos traz histórias em que as sereias são personagens ou fonte de inspiração, além de algo dark fantasy, fantástico, terror ou horror, em suma contos sombrios.

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Título: Sereias: Encantos & Perigos
Autor: Diversos
Organização: Graciele Ruiz
ISBN: 978-85-69423-08-9
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 272
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 16/07/2018
Tags: sereias, sereismo, terror, medo, sangue, vingança
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Introdução:

Em uma pacata cidade no interior do Brasil, em uma aldeia africana, em qualquer ilha no Pacítifo ou mesmo na Alemanha nazista nos tempos de guerra, atravessando oceanos, gerações e épocas, o livro reúne treze contos sombrios — não espere a fofurice típica dos desenhos animados infantis — sobre sereias, cada um abordando e explorando um aspecto diferente a respeito desse ser místico e encantador.

É um fato que, quando uma sereia o faz de alvo, não há como fugir. Uma predadora que esconde suas artimanhas atrás da beleza, que hipnotiza com seu canto, que lhe ilude ou utiliza a força para conseguir o que quer: sangue e vingança.

Ao encontrar uma sereia esteja preparado para se surpreender e também para o pior.

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Visite a nossa página dos autores para saber mais sobre os participantes desta antologia sombria — um orgulho! — : http://deliriumeditora.com.br/autores.

Há quem culpe o destino, azar e outros. O fato é simples: durante a vida você conhecerá centenas de pessoas, a esmagadora maioria vem e passa, alguns viram pedacinhos alegres da memória, um pouquinho de nada vira uma lembrança apaixonada, uma saudade, uma dor de querer perto novamente. Se o destino tem culpa, se o cupido erra mais do que acerta, controvérsias, aqui e acolá, casais do passado se reencontram anos ou até mesmo décadas depois.

Delirium Encontros & Reencontros traz 11 (onze) histórias de reencontros em um futuro, traz romance, drama, sorrisos, declarações, corações enamorados etc. E traz (obviamente) um reencontro. Quem não gostaria de reencontrar alguém marcante do passado?

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Título: Encontros & Reencontros
Autor: Diversos
Organização: Camila Pelegrini
ISBN: 978-85-69423-06-5
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 274
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 15/05/2018
Tags: reencontros, saudade, amores, família
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Introdução:

Há quem acredite que reencontros significam abraçar o passado.

As histórias desta antologia de contos revelam, porém, que também são chances oferecidas ao futuro. São convites já enviados de memórias, receios e amores. São ofertas cheias de dores pelos vazios um dia deixados e de incertezas quanto a serem novamente preenchidos.

São como os movimentos de um relógio que desafiam as leis que deveriam seguir. É o encontro de dois ponteiros que avançam em direções opostas. É o medo e a vontade de colidirem em uma explosão de dúvidas e expectativas, pois o que pode resultar dependerá das lembranças que a experiência guarda.

E somente o coração poderá dizer se reencontros são uma chance de dizer adeus ao que já passou, ou se — quem sabe? — será um incerto e novo sussurro de quem diz: “Seja bem-vindo, há tanto tempo te espero...” (Camila Pelegrini).

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Visite a nossa página dos autores para saber mais sobre os participantes desta linda antologia — um orgulho! — : http://deliriumeditora.com.br/autores.

Um livro (½ doido ½ infantil) inspirado em: O Pequeno Príncipe, Alice no País das Maravilhas etc.

Uma vez, uma princesinha vestida a rigor — em roupa um tanto quanto masculina, parecia uma guerreira —, vinda de um pequenino planeta, chegou bem na hora do chá. Tantas conversas, tanto aprendizado, a meiguice da menina e a vontade de saber tudo e mais um pouquinho encantaram até a Lebre de Março, a qual continua a dizer umas frases meio loucas. O Leirão dorme muito. Gambás jogando um esporte inspirado no beisebol, o Professor Enciclopédimo — sábio guardião da biblioteca pública —, um gato sorridente e um sorriso sem gato, o homem do coração 100% mau, o louva-a-deus compositor de óperas, a serpente tatuada que brilha no escuro, aventuras, o Tempo dando o perdão, muitas conversas, altos bate-papos, os temas indo desde a solidez dos sentimentos — a ganância é bem pesada, já o amor é levíssimo e precisa ser bem guardado, senão o vento leva embora — até a dificuldade em ser uma porta etc. Há também uma raposa e uma despedida. Adivinhe quem conta essa história? — Um mero chapeleiro meio doidinho.

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Título: Uma Princesinha no País das Maravilhas
Autor: Flavio P. Oliveira
ISBN: 978-85-69423-05-8
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 128
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 06/06/2017
Tags: contos de fadas, príncipe, chapeleiro
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Introdução:
Pergunte-se: e se uma nova Alice viesse de um minúsculo planeta?

Narrado pelo Chapeleiro Maluquinho, este livro conta a história da visita de uma Alice fortemente inspirada no pequeno príncipe de Antoine de Saint-Exupéry. Algumas passagens — bem como frases, ensinamentos, ideias, sugestões, personagens etc. — da história se inspiram em algumas das aventuras do menino, contadas no livro O Pequeno Príncipe, outras se inspiram em parte das aventuras da Alice de Lewis Carroll, contadas em Alice no País das Maravilhas. Algumas situações vieram da mais pura e simples inspiração nascida desses dois clássicos da literatura universal, de outras histórias e da vida. Certas referências estão explícitas, outras camufladas. Prepare-se para sorrir e se emocionar com a meiguice da princesinha, com as tiradas genialmente loucas da Lebre de Março e do Leirão e com muito mais.
 
(Ah! O livro é lindamente ilustrado)
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"Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé." Antoine de Saint-Exupéry.

As Ilustrações

As ilustrações são feitas pelo próprio autor, o qual também é artista plástico. Abaixo colocamos algumas para deixar um gostinho de quero mais em vocês.
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Talvez nunca mais um país, partidos políticos, eleições etc. Dois vírus criaram uma nova idade histórica, o primeiro consumiu as reservas de petróleo, o segundo deixou à beira da extinção a humanidade — gigantescas ratazanas devoram os corpos largados nas ruas. No setor 7, na famosíssima Copacabana, Miguel — ex-ráquer, atualmente colecionador e catalogador de objetos artísticos, um apaixonado por rock ‘n’ roll — envelhece (aceitando a sorte de ser um doador universal) sem ter muito o que fazer, além de caminhar na praia em companhia das porcas da senhora Borrêia e conversar com os pivetes na carcaça. Tudo isso mudará um dia, por culpa da inveja alheia, por culpa de uma nova vontade de ser melhor, algo não permitido pelo autoritário governo.

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Título: Talvez Nunca Mais um País
Autor: Flavio P. Oliveira
ISBN: 978-85-69423-00-3
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara e Salette D'Acri
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 240
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 08/08/2015
Tags: distopia, ficção científica, vírus
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Introdução:

No futuro, os sonhos estão velhos e talvez nunca mais um país, ou partidos políticos, eleições, discursos em praça pública, patriotismo etc. Entre lembranças e a vida em um mundo sem democracia, Miguel contará um pouco do muito a contar.

Da turma do colégio, os sete amigos: Zarolha, Tangerina, Espinhela Caída, Dumbo, Zé Ruela, Medo e… um homem envelhecido (o narrador) — ex-ráquer, atualmente colecionador e catalogador de objetos artísticos, apaixonado por rock 'n' roll e cervejas contrabandeadas dos setores ingovernáveis — envelhece perdendo espírito de luta e vontade de ser algo mais, no marasmo à beira do mar, na famosíssima praia de Copacabana (o sete), onde, diga-se de passagem, moram mais robôs e androides do que cidadãos.

Lembranças dos avós, da época da escola, das amantes, e há uma Mariana, a qual queria levar para casa um mini-hipo… As ratazanas, gigantescas, devoram os corpos largados nas ruas… Dois vírus criaram a nova idade histórica, o primeiro consumiu as reservas de petróleo — há inúmeros cemitérios de ferro no mundo e prolongadores de vida —, o segundo deixou à beira da extinção a humanidade.

No setor 7, antiga Copacabana, este senhor sofre a falta de ideais e vontades, posto que rejuvenescido artificialmente, e tem saudade da esposa, avós, amigos… Ele, cercado por cercas limitadoras que bloqueiam a entrada de indesejados, não tem muito mais o que fazer, além de invadir apartamentos abandonados atrás de relíquias, caminhar na areia com as porcas da senhora Borrêia e conversar com os pivetes na carcaça. Tudo isso mudará um dia, por culpa da inveja alheia, por culpa de uma nova vontade de ser melhor, algo indesejável pelo governo autoritário.

: Leia o começo do livro em PDF.