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[Lançamento] Há quem culpe o destino, azar e outros.

O fato é simples: durante a vida você conhecerá centenas de pessoas, a esmagadora maioria vem e passa, alguns viram pedacinhos alegres da memória, um pouquinho de nada vira uma lembrança apaixonada, uma saudade, uma dor de querer perto novamente. Se o destino tem culpa, se o cupido erra mais do que acerta, controvérsias, aqui e acolá, casais do passado se reencontram anos ou até mesmo décadas depois.

Delirium Encontros & Reencontros traz 11 (onze) histórias de reencontros em um futuro, traz romance, drama, sorrisos, declarações, corações enamorados etc. E traz (obviamente) um reencontro. Quem não gostaria de reencontrar alguém marcante do passado?

Por R$32,00 (use o botão direto para o PagSeguro abaixo)



Título: Encontros & Reencontros
Autor: Diversos
Organização: Camila Pelegrini
ISBN: 978-85-69423-06-5
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 274
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 15/05/2016
Tags: reencontros, saudade, amores, família
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Introdução:

Há quem acredite que reencontros significam abraçar o passado.

As histórias desta antologia de contos revelam, porém, que também são chances oferecidas ao futuro. São convites já enviados de memórias, receios e amores. São ofertas cheias de dores pelos vazios um dia deixados e de incertezas quanto a serem novamente preenchidos.

São como os movimentos de um relógio que desafiam as leis que deveriam seguir. É o encontro de dois ponteiros que avançam em direções opostas. É o medo e a vontade de colidirem em uma explosão de dúvidas e expectativas, pois o que pode resultar dependerá das lembranças que a experiência guarda.

E somente o coração poderá dizer se reencontros são uma chance de dizer adeus ao que já passou, ou se — quem sabe? — será um incerto e novo sussurro de quem diz: “Seja bem-vindo, há tanto tempo te espero...” (Camila Pelegrini).

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Visite a nossa página dos autores para saber mais sobre os participantes desta linda antologia — um orgulho! — : http://deliriumeditora.com.br/autores.

Talvez nunca mais um país, partidos políticos, eleições etc. Dois vírus criaram uma nova idade histórica, o primeiro consumiu as reservas de petróleo, o segundo deixou à beira da extinção a humanidade — gigantescas ratazanas devoram os corpos largados nas ruas. No setor 7, na famosíssima Copacabana, Miguel — ex-ráquer, atualmente colecionador e catalogador de objetos artísticos, um apaixonado por rock ‘n’ roll — envelhece (aceitando a sorte de ser um doador universal) sem ter muito o que fazer, além de caminhar na praia em companhia das porcas da senhora Borrêia e conversar com os pivetes na carcaça. Tudo isso mudará um dia, por culpa da inveja alheia, por culpa de uma nova vontade de ser melhor, algo não permitido pelo autoritário governo.

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Título: Talvez Nunca Mais um País
Autor: Flavio P. Oliveira
ISBN: 978-85-69423-00-3
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara e Salette D'Acri
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 240
Papel do Miolo: Pólen Soft 80
Lançamento: 08/08/2015
Tags: distopia, ficção científica, vírus
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Introdução:

No futuro, os sonhos estão velhos e talvez nunca mais um país, ou partidos políticos, eleições, discursos em praça pública, patriotismo etc. Entre lembranças e a vida em um mundo sem democracia, Miguel contará um pouco do muito a contar.

Da turma do colégio, os sete amigos: Zarolha, Tangerina, Espinhela Caída, Dumbo, Zé Ruela, Medo e… um homem envelhecido (o narrador) — ex-ráquer, atualmente colecionador e catalogador de objetos artísticos, apaixonado por rock 'n' roll e cervejas contrabandeadas dos setores ingovernáveis — envelhece perdendo espírito de luta e vontade de ser algo mais, no marasmo à beira do mar, na famosíssima praia de Copacabana (o sete), onde, diga-se de passagem, moram mais robôs e androides do que cidadãos.

Lembranças dos avós, da época da escola, das amantes, e há uma Mariana, a qual queria levar para casa um mini-hipo… As ratazanas, gigantescas, devoram os corpos largados nas ruas… Dois vírus criaram a nova idade histórica, o primeiro consumiu as reservas de petróleo — há inúmeros cemitérios de ferro no mundo e prolongadores de vida —, o segundo deixou à beira da extinção a humanidade.

No setor 7, antiga Copacabana, este senhor sofre a falta de ideais e vontades, posto que rejuvenescido artificialmente, e tem saudade da esposa, avós, amigos… Ele, cercado por cercas limitadoras que bloqueiam a entrada de indesejados, não tem muito mais o que fazer, além de invadir apartamentos abandonados atrás de relíquias, caminhar na areia com as porcas da senhora Borrêia e conversar com os pivetes na carcaça. Tudo isso mudará um dia, por culpa da inveja alheia, por culpa de uma nova vontade de ser melhor, algo indesejável pelo governo autoritário.

: Leia o começo do livro em PDF.

 

Um livro (½ doido ½ infantil) inspirado em: O Pequeno Príncipe, Alice no País das Maravilhas etc.

Uma vez, uma princesinha vestida a rigor — em roupa um tanto quanto masculina, parecia uma guerreira —, vinda de um pequenino planeta, chegou bem na hora do chá. Tantas conversas, tanto aprendizado, a meiguice da menina e a vontade de saber tudo e mais um pouquinho encantaram até a Lebre de Março, a qual continua a dizer umas frases meio loucas. O Leirão dorme muito. Gambás jogando um esporte inspirado no beisebol, o Professor Enciclopédimo — sábio guardião da biblioteca pública —, um gato sorridente e um sorriso sem gato, o homem do coração 100% mau, o louva-a-deus compositor de óperas, a serpente tatuada que brilha no escuro, aventuras, o Tempo dando o perdão, muitas conversas, altos bate-papos, os temas indo desde a solidez dos sentimentos — a ganância é bem pesada, já o amor é levíssimo e precisa ser bem guardado, senão o vento leva embora — até a dificuldade em ser uma porta etc. Há também uma raposa e uma despedida. Adivinhe quem conta essa história? — Um mero chapeleiro meio doidinho.

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Título: Uma Princesinha no País das Maravilhas
Autor: Flavio P. Oliveira
ISBN: 978-85-69423-05-8
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 128
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 06/06/2017
Tags: contos de fadas, príncipe, chapeleiro
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Introdução:
Pergunte-se: e se uma nova Alice viesse de um minúsculo planeta?

Narrado pelo Chapeleiro Maluquinho, este livro conta a história da visita de uma Alice fortemente inspirada no pequeno príncipe de Antoine de Saint-Exupéry. Algumas passagens — bem como frases, ensinamentos, ideias, sugestões, personagens etc. — da história se inspiram em algumas das aventuras do menino, contadas no livro O Pequeno Príncipe, outras se inspiram em parte das aventuras da Alice de Lewis Carroll, contadas em Alice no País das Maravilhas. Algumas situações vieram da mais pura e simples inspiração nascida desses dois clássicos da literatura universal, de outras histórias e da vida. Certas referências estão explícitas, outras camufladas. Prepare-se para sorrir e se emocionar com a meiguice da princesinha, com as tiradas genialmente loucas da Lebre de Março e do Leirão e com muito mais.
 
(Ah! O livro é lindamente ilustrado)
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"Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé." Antoine de Saint-Exupéry.

As Ilustrações

As ilustrações são feitas pelo próprio autor, o qual também é artista plástico. Abaixo colocamos algumas para deixar um gostinho de quero mais em vocês.
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A vizinha do 305, no quarto escuro, uma borboleta tatuada, o trauma. Todos têm amigos imaginários. Ele socorre o senhor Goiabada e o doutor Heriberto Gusmão aceita e aprova a ex-noiva em papelão. O trauma, o verme da goiaba, o avô das incríveis fábulas de sapos cor-de-rosa, misto-quente. Escreva no caderno a pior história de sua vida, recorde o apagado… Ele sente as pessoas desaparecem quando toma os comprimidos, e o marmota não envelhece, a vizinha sorri com malícia; delícia. O ex-padrasto bêbado, a mãe promotora de justiça sendo ameaçada, o fusca e o elefante branco; personagens e/ou personificações de traumas esquizofrênicos.

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Título: A Noiva de Papelão
Autor: Flavio P. Oliveira
ISBN: 978-85-69423-01-0
Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara, Samuri Prezzi e Salette D'Acri
Formato: Médio (14x21)
Número de páginas: 160
Papel do Miolo: Pólen Bold 90
Lançamento: 18/06/2016
Tags: trauma, saudade, loucura
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Introdução:

Quando a saudade fala mais alto que a sanidade, seja real ou imaginária, seja duradoura ou evidente… recorre à fotografia impressa em tamanho natural, e borboletas tatuadas ou voando no quarto escuro, um desespero sem tempero, um sequestro, um ex-padrasto vomita na roupa de formando, bêbado, e o avô contando histórias com princesas, sapos cor-de-rosa e mais seres mágicos.

Atendendo ao pedido da irmã mais velha — pirralhinho, pirralhinho —, ele desiste de resistir e visita o médico, em busca de um tratamento capaz de organizar as ideias, separar o joio das alucinações e o trigo da realidade. São três comprimidos por dia — não cuspa seus remédios! — e um desejo imenso por aventuras, misto-quente e carinho. Só que… A pergunta não se cala: como obter carinho e satisfação de uma noiva impressa em papelão? Melhor seria recorrer à vizinha, jovem de sorriso enigmático e dois gatos siameses chamados Caco e Cuco — vovô contava histórias com alecrins e elefantes, nunca com felinos. O médico, doutor Heriberto Gusmão, acredita na possível cura e passa uma tarefa: Escreva no caderno a pior história de sua vida, recorde o apagado.

Quando a história estiver no caderno, ele terá uma certeza e novas incertezas, mas ao menos saberá que as histórias contadas pelo falecido avô ajudam a dar sentido ao mundo real — existe isso de mundo real?

: Leia o começo do livro em PDF.