Salvo da morte no sertão um pistoleiro viverá uma história com cangaceiros, espadas, batalhas etc.

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Introdução

“Sertão é isto: o senhor empurra para trás, mas de repente ele volta a rodear o senhor dos lados. Sertão é quando menos se espera.” (João Guimarães Rosa).

Um pistoleiro deixado a morrer no sertão é salvo por três mascarados em armaduras. A partir deste momento, uma reviravolta, uma vontade de agradecer, não à girafa, a qual pendurou o cantil no umbuzeiro que boi comeu pela metade, mas sim aos guerreiros.

Esse pistoleiro — nunca quis ser cangaceiro, jagunço ou capataz — achará um povoado perdido no meio do deserto, onde o sertão se alarga, o sertão é em tudo, e lá chegará, conduzido à força, como opção de morte, e lá ficará, caído em amor repentino por uma moça, Sândia, de areia, de graça e coragem, de fibra. Gaiteiro, o protagonista, será a mudança, além disso, em tudo um dito se esparrama: o surreal se esconde no princípio e no fim, mas se mostra inequívoco no meio do caminho.

O mundo é um gira-gira acelerado, esse pistoleiro encontrará casas de telhados diferentes, um Templo incomum, homens em vestidos, homens com máscaras usando espadas em combate, canções bonitas, muita pobreza e trabalho árduo. Assim é o sertão, por volta de 1930, em um povoado criado por um valente e um amigo de olhos-puxados. Um povoado onde os moradores uniram a civilização da caatinga à cultura oriental.

Sinopse

Harmônica é uma novela criativa que imagina um povoado no meio do sertão, por volta de 1930, nascido de uma união em amizade entre um imigrante japonês e um sertanejo. Ali, a vida é dura, porém amenizada por uma paz interior reinante, ao menos até… Ali, os revólveres e pistolas são desnecessários, a espada é o bem maior. Nesse cenário, um pistoleiro deixado a morrer e salvo por três mascarados vestindo estranhas armaduras será um herói, em uma batalha sangrenta.

Harmônica acompanha o protagonista, um pistoleiro contrário a ser cangaceiro, ou jagunço, ou capataz, um homem livre para escolher quem deve morrer, qual serviço fazer, qual recusar, um cabra de boa pontaria, todavia também artista capaz de tirar uma melodia alegre de sua gaita, capaz de amar uma mulher forte e valente.

Dados técnicos

  • Título: Harmônica
  • Autor: Flavio P. Oliveira
  • ISBN: 978-85-69423-16-4
  • Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
  • Formato: Médio (14×21)
  • Número de páginas: 176
  • Papel do Miolo: Pólen Bold 90 g/m²
  • Lançamento: 04/02/2020