Três mulheres de classes distintas formam a tríade, um símbolo de esperança ou (talvez) destruição.

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Introdução

“Organizaram os povos em uma única sociedade e da forma que mais os favorecia, colocando a si mesmos no topo da pirâmide. Aos Filhos da Terra, como não tomaram partido de nenhum dos lados, foi dado uma posição intermediária mas, ainda assim, inferior. Os Filhos do Fogo foram rebaixados ao patamar mais baixo daquela nova sociedade. A essa nova realidade foi dado o nome de Genus.”

Genus é um sistema desigual e cruel. Despreza a história, massacra alguns, protege outros. Ignora o fato de que o nascimento de cada um de seus três povos remonta ao poder de criação que antigas entidades místicas possuíam. Filhos do Fogo. Filhos da Terra. Filhos dos Cristais.

Se em algum momento foram irmãos, já não se lembram. São vértices distantes demais, separados por abismos cavados por mãos egoístas, que tudo desejam para si.

Mãos longas que corromperam a natureza, a própria essência da vida que os criou, dominando a terra, apagando o fogo. Em um mundo de arbitrariedades, comando por homens, a revolução não podia nascer se não de uma mulher; melhor ainda se de três.

E é a respeito da tríade que emerge do caos que se trata essa história. Como não poderia deixar de ser, três autoras narram o despertar de cada uma das personagens, seus demônios, medos e lutas, até o momento em que o abismo se torna ultrapassável, bastando que, para tanto, se unam, como as arestas de um triângulo.

Surge um símbolo. De esperança. Resgate. Nascimento. Ou talvez, tão somente, de destruição.

Sinopse

Em Genus existe uma lei rígida e cruel: a sociedade é severamente dividida em três classes distintas. Os Operários, que sofrem as maiores injustiças impostas pelo sistema; os Meridianos, que, confortáveis em sua posição, pouco enxergam além da suposta própria sorte; e os Supremos, cujo poder e autoridade são inquestionáveis.

No que parece ser uma eterna noite sem estrelas, três figuras emergem, tornando-se fagulhas de esperança para um povo oprimido. Oriundas de diferentes classes, Naira, Hera e Penélope enxergam o abismo que as separa. Pouco a pouco, porém, começam a perceber que a ânsia por uma revelação inédita é a ponte que pode uni-las.

A luta por seus ideais exige, no entanto, que em primeiro lugar enfrentem seus próprios demônios, por todos, para todos e por elas mesmas.

As autoras

Carol Oliveira, goiana nascida em 2000. Graduanda de Medicina Veterinária, participou de diversas antologias da Editora Delirium. É apaixonada por leitura, escrita, séries e animais.

Raíssa Arenhardt, nascida no Rio Grande do Sul, estudante de biblioteconomia e autora de contos nas antologias da Editora Delirium. É amante da literatura e encontra nela uma forma de se expressar para o mundo.

Thais Cima, carioca nascida em 1993. Bibliotecária de formação e autora de Celeste dança sobre covas rasas. Apaixonada por livros e desenho, cultura asiática e pelos animais.

Ilustrações

Nossos livros sempre trazem um quê a mais, e A Tríade não é diferente. O livro traz três ilusttrações das protagonistas criadas pela Thais Cima, além de um trabalho gráfico de qualidade nas aberturas dos capítulos. Em suma, um livro com belo acabamento e beleza gráfica, além da impactante qualidade da história.

Envio dos livros

Dependemos dos Correios e de como as autoridades locais lidam com a quarentena voluntária e a circulação de pessoas e carga. Aqui no Rio de Janeiro, as proibições são muitas. Algumas agências estão fechadas, porém os Correios continuam entregando as remessas, assim sendo, os livros serão postados todas as quintas-feiras (ou algum outro dia), apenas uma vez por semana. A entrega a cargo dos Correios também demorará mais que o normal, em alguns casos há registro de demorarem duas semanas.

Contamos com a compreensão de vocês, contamos também com o apoio, pois temos muitas despesas na produção de cada livro.

Dados Técnicos

  • Título: A Tríade
  • Autoras: Carol Oliveira, Raíssa Arenhardt e Thais Cima
  • Assistente editorial: Camila Pelegrini
  • ISBN: 978-65-992146-1-5
  • Revisão: Érica M. Bettoni Hayashibara
  • Formato: Médio (14×21)
  • Número de páginas: 224
  • Papel do Miolo: Pólen Soft 80
  • Lançamento: 18/10/2020